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16 e 20 de SETEMBRO
EXPOSIÇÃO NACIONAL DE CATTLEYA INTERMEDIA – GRAMADO – RUA COBERTA
Cultive!
Quando se fala em cultivo de orquídeas o assunto que sempre vem à tona e as dúvidas mais freqüentes são, como adubar, como replantar, com que freqüência se rega uma planta enfim, as duvidas são muitas e o assunto é extenso, mas vamos tentar ajudar ao máximo com um breve e simplificado texto.
Hidratação
Sem duvida nenhuma o cultivo de orquídeas trás como maior desafio a rega das plantas, onde os excessos fazem muito mal a qualquer variedade de orquídea, pois causam apodrecimento de raízes, o que é irreparável em uma planta. Por outro lado à falta dágua também causam um dano profundo nas plantas desidratando-as e as deixando com um aspecto horrível, então como saber qual é a quantidade ideal?
Adubação
Tendo o assunto rega dominado vamos falar um pouco de adubação, o assunto nutrição de uma orquídea e tão vasto e com “n” formas de se fazer a mesma coisa que decidimos passar a você orquidófilo iniciante uma forma pratica e eficaz de nutrir suas plantas.
A mais antiga forma de adubação utilizada e ate hoje muito eficaz chama-se “Bokashi” que nada mais é que a mistura de torta de mamona, farinha de osso e cinza na proporção de 80% de torta de mamona 10% de farinha de osso e 10% de cinza, não sabemos ao certo quem inventou essa mistura, mas é muito antiga e até hoje é usada na produção de diversas plantas ornamentais. Em orquídeas usa-se em doses pequenas, mais ou menos uma colher de chá a cada dois meses no canto do vaso e nunca encima das raízes para não queima-las.
A outra forma de adubação cuja deve-se usar em paralelo com a primeira é a química, primeiro passo e escolher um adubo de boa solubilidade e boa procedência, depois de obter o adubo aplica-se conforme as instruções do fabricante e sem excessos, normalmente as doses recomendadas são de um grama ou ml por litro dagua
Substrato
O substrato utilizado depende do tipo de forma vegetativa da planta, pois existem diverssos tipos de orquideas com exigências diferentes de substrato, das diferentes formas de assimilação de nutrientes das orquídeas as mais comuns são as epífitas e as terrestres. Como exemplo de epífitas, que são a maioria, temos as cattleyas, os phalaenopsis, os oncidiuns, dendrobiuns, laelias sophronites e muitas outras, sendo essas muito bem adaptadas a substratos inertes e que não entrem em decomposição em pouco tempo, como casca de pinus, chips de coco, fibra de coco, pedriscos, saibro e carvão, nenhum desses componentes deve ser usado puro e sim misturados entre si e com uma boa drenagem no fundo do vazo, essa que pode ser cacos de tijolo, cacos de telha, brita e até isopor picado.
Como exemplo de orquídeas terrestres temos os cimbidiuns e os paphiopediluns que são os mais comuns existentes no mercado hoje, esses por sua vez preferem um substrato orgânico com boa aeração, ou seja, terra vegetal, que é aquela terra formada a partir de material em decomposição, e não proveniente de sedimentos de rocha areia ou argila.