Untitled Document


  Untitled Document

Próximos eventos:

10 e 12 de SETEMBRO

EXPOSIÇÃO NACIONAL DE CATTLEYA INTERMEDIA – LAJEADO – UNICSHOPPING


16 e 20 de SETEMBRO

EXPOSIÇÃO NACIONAL DE CATTLEYA INTERMEDIA – GRAMADO – RUA COBERTA



  Extras:

Festa Nacional da Uva - 2010


Cattleya intermedia - Destaques da temporada 2009


Orquidário do Vale na RBS - Jornal do Almoço




Untitled Document

 Cultive!

  Quando se fala em cultivo de orquídeas o assunto que sempre vem à tona e as dúvidas mais freqüentes são, como adubar, como replantar, com que freqüência se rega uma planta enfim, as duvidas são muitas e o assunto é extenso, mas vamos tentar ajudar ao máximo com um breve e simplificado texto.

 

Hidratação


  Sem duvida nenhuma o cultivo de orquídeas trás como maior desafio a rega das plantas, onde os excessos fazem muito mal a qualquer variedade de orquídea, pois causam apodrecimento de raízes, o que é irreparável em uma planta. Por outro lado à falta dágua também causam um dano profundo nas plantas desidratando-as e as deixando com um aspecto horrível, então como saber qual é a quantidade ideal?

Existe uma regra para a rega de uma planta, que funciona mais ou menos assim, da-se água a uma orquídea em abundancia toda a vez que ela estiver seca depois da-se um período de estiagem como ela tinha na natureza, na natureza quando chove, chove em abundancia e quando para, existe um período até a próxima chuva, então, temos que imitar esse processo tendo uma serie de fatores que implicam em mudança drástica na freqüência da rega, seriam eles, temperatura, ventilação, tipo do substrato usado e claro a umidade relativa do ar, todos esses fatores fazem com que estejamos em freqüente observação em nossas plantas.

 

 

 

Adubação

  Tendo o assunto rega dominado vamos falar um pouco de adubação, o assunto nutrição de uma orquídea e tão vasto e com “n” formas de se fazer a mesma coisa que decidimos passar a você orquidófilo iniciante uma forma pratica e eficaz de nutrir suas plantas.


     A mais antiga forma de adubação utilizada e ate hoje muito eficaz chama-se “Bokashi” que nada mais é que a mistura de torta de mamona, farinha de osso e cinza na proporção de 80% de torta de mamona 10% de farinha de osso e 10% de cinza, não sabemos ao certo quem inventou essa mistura, mas é muito antiga e até hoje é usada na produção de diversas plantas ornamentais. Em orquídeas usa-se em doses pequenas, mais ou menos uma colher de chá a cada dois meses no canto do vaso e nunca encima das raízes para não queima-las.

A outra forma de adubação cuja deve-se usar em paralelo com a primeira é a química, primeiro passo e escolher um adubo de boa solubilidade e boa procedência, depois de obter o adubo aplica-se conforme as instruções do fabricante e sem excessos, normalmente as doses recomendadas são de um grama ou ml por litro dagua    

                   

 

                   

    Substrato    

  O substrato utilizado depende do tipo de forma vegetativa da planta, pois existem diverssos tipos de orquideas com exigências diferentes de substrato, das diferentes formas de assimilação de nutrientes das orquídeas as mais comuns são as epífitas e as terrestres.   Como exemplo de epífitas, que são a maioria, temos as cattleyas, os   phalaenopsis, os oncidiuns, dendrobiuns, laelias sophronites e muitas outras, sendo essas muito bem adaptadas a substratos inertes e que não entrem em decomposição em pouco tempo, como casca de pinus, chips de coco, fibra de coco, pedriscos, saibro e carvão, nenhum desses componentes deve ser usado puro e sim misturados entre si e com uma boa drenagem no fundo do vazo, essa que pode ser cacos de tijolo, cacos de telha, brita e até isopor picado.

   Como exemplo de orquídeas terrestres temos os cimbidiuns e os paphiopediluns que são os mais comuns existentes no mercado hoje, esses por sua vez preferem um substrato orgânico com boa aeração, ou seja, terra vegetal, que é aquela terra formada a partir de material em decomposição, e não proveniente de sedimentos de rocha areia ou argila.